Cartão de Qualificação do Indicador
Número absoluto de óbitos por arboviroses
Tipo
Resultado
Abrangência
Especifico
Unidade de Medida
Número
Periodicidade Avaliação
Anual
Periodicidade Monitoramento
Anual
Diretriz

2

Objetivo

1

Meta

Reduzir o número de óbitos por arboviroses

Pactuação (2024-2027)
2024: 5 óbitos2025: 3 óbitos2026: 2 óbitos2027: 2 óbitos
Como interpretar este indicador
Unidade de Medida
Número
Valor absoluto: uma contagem simples
Polaridade
Direção esperada do indicador
Quanto menor, melhor
Valores mais baixos indicam melhor desempenho. O ideal é que este indicador diminua ao longo do tempo.
Faixas de Desempenho
Veja abaixo os critérios que definem o nível de desempenho neste indicador:
AdequadoRedução >= meta pactuada
Meta atingida ou superada. Bom desempenho.
AlertaEstável em relação ao ano anterior
Próximo da meta. Requer atenção.
CríticoAumento em relação ao ano anterior
Distante da meta. Ação prioritária.
Relevância

É um indicador que está relacionado à ocorrência das arboviroses e manejo inadequado do paciente suspeito. Contribui para orientação e avaliação das ações de vigilância epidemiológica, manejo clínico do paciente, organização dos estabelecimentos de saúde, controle da doença e controle vetorial.

Método de Cálculo
TipoManual
Metodoestado
Formula{"estado" => "Quantitativo de óbitos por arboviroses (dengue, zika, chikungunya e febre amarela).\n\nUnidade de Medida: Número absoluto\n"}
Fonte
Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN)
Apuração
Anual
Legislação

Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue Coordenação Geral de Arboviroses (CGARB/MS)

Responsabilidades
Uniao
  • Coordenação Geral de Arboviroses (CGARB/MS)
Estado
  • Diretoria de Vigilância em Saúde / Departamento de Controle de Endemias / Coordenação Estadual de Arboviroses
Municipio
  • Vigilância epidemiológica municipal
  • Controle vetorial e assistência ao paciente suspeito
Origem da Ficha

Ficha de qualificação baseada no PES 2024-2027 (SESPA/Pará)

Fragilidades / Limitações

- Rotatividade dos profissionais nos municípios - Manejo inadequado do paciente suspeito - Planos de contingência que a equipe municipal não conhece - Integração deficiente entre vigilância epidemiológica, controle vetorial e assistência